Acordei cedo para buscar minha esposa e uma amiga dela que chegavam em Miami, mas atrasos mudaram o plano e ela acabou pegando um táxi. Isso me custou algumas horas de sono, o que senti na hora, mas fiquei feliz por saber que ela tinha chegado bem.
Não houve muito tempo para ficar em casa, porque eu e o Felipe já tínhamos planos de ir a um evento ligado ao Miami Open. Fomos buscar pelo amigo dele, um jogador profissional de tênis que vive viajando no circuito. Foi interessante trocar algumas histórias no caminho e ter um pequeno contato com esse estilo de vida de novo.
O evento era em uma casa muito bonita, com quadra de tênis, e a ideia era fazer uma clínica. Mas o tempo não ajudou. Chuva e frio tornaram impossível jogar, então o evento virou algo mais social, com networking, drinks e conversas.
O plano inicial era encontrar o Renato depois no Miami Open, mas como o clima não melhorou, decidimos voltar e encontrar nossas esposas. No caminho paramos para um almoço rápido e depois fomos para um shopping. Acabamos andando bastante sem comprar quase nada e depois sentamos em um bar para tomar algo.
Em algum momento durante toda essa movimentação, comecei a sentir mais o joelho. Não era dor aguda, mas um acúmulo de carga por muito tempo em pé e andando. Foi um lembrete claro de que, apesar da evolução, ainda existe um limite para o quanto o joelho consegue absorver de uma vez.
De volta para casa, o Felipe e a esposa dele decidiram sair novamente, mas nós optamos por outro caminho. Ficamos em casa, assistimos um filme rápido e fomos dormir cedo.
Pareceu a decisão certa depois de um dia longo.
Antes de dormir, PowerDot e gelo para acalmar tudo.
Um dia cheio, um pouco fora de ritmo, mas bem administrado.
Principais Aprendizados
- Menos sono impacta imediatamente a energia e a percepção do dia
- Planos mudam, e flexibilidade mantém o dia leve
- Longos períodos em pé acumulam carga no joelho
- Saber a hora de parar é tão importante quanto se manter ativo
- Recuperação também é escolher descansar quando necessário