Dormi razoavelmente bem. Ainda um pouco cansado, mas no geral me sentindo bem. A manhã foi dedicada às crianças. Passamos um tempo jogando baseball, usando as luvas, bolas e o taco que compramos na viagem. Meu filho do meio gostou bastante, e foi bom encontrar mais um esporte que posso compartilhar com ele nesse momento, desde que os arremessos sejam controlados. É algo simples, mas significativo. Ver a evolução deles, mesmo em pequenas coisas, traz uma satisfação diferente. Minha pequena também entrou na brincadeira, transformando a manhã em algo leve e cheio de risadas.
De volta para casa, minha esposa saiu com as crianças e eu entrei no modo trabalho. Foi uma sessão mais focada, tentando corrigir pequenos deslizes de ontem e me organizar melhor para o fim de semana. O almoço foi limpo e intencional, uma tentativa consciente de trazer mais equilíbrio.
Mais tarde fui para a academia e mantive o treino totalmente voltado para a fisioterapia. Só pernas. Comecei com trinta minutos de bike, depois cerca de quarenta minutos de exercícios com elásticos, máquinas e agachamentos controlados. Foi um treino sólido. O ponto mais importante foi perceber que a dor já não está mais presente. O que ainda existe é o medo. Menor do que antes, mas ainda ali, principalmente em movimentos menos controlados.
De volta para casa, trabalhei mais um pouco, depois fui para a sauna e fiz uma massagem rápida. Essa combinação ajudou bastante. A essa altura, já me sentia bem recuperado, tanto fisicamente quanto mentalmente.
À noite jantamos com família e amigos. Mais uma vez, acabou virando mais comida e bebida do que o planejado, mas o clima estava ótimo e foi um momento muito bom. Um padrão começa a aparecer, mas por enquanto o lado social ainda está ganhando.
De volta para casa, nem lembro de ter adormecido.
O corpo está ficando mais forte. A mente ainda está alcançando.
Principais Aprendizados
- A dor pode desaparecer antes da confiança voltar
- Atividades com os filhos trazem progresso além da recuperação física
- Sessões focadas de fisioterapia continuam construindo força real
- O equilíbrio ainda é desafiado pelos excessos sociais repetidos
- A recuperação agora depende tanto da mente quanto do corpo