Foi um bom dia. Fiz bastante exercício, com foco forte em mobilidade. A essa altura, sinto que a extensão está quase sob controle. Isso dá um alívio real. O trabalho está pagando.
A flexão, por outro lado, ainda é um problema. Dobrar o joelho dói e fica aquela sensação de travar, quase bloqueado, como se alguma coisa ainda não quisesse ceder. É frustrante, mas pelo menos agora está claro onde está o verdadeiro limite. Isso dá direção.
Uma melhora importante: comecei a dormir de lado. Isso ajudou bastante. O sono fica mais profundo, minhas costas doem menos e, no geral, eu acordo mais descansado. É um ajuste pequeno, mas com impacto grande.
Ainda estou bebendo muita água, o que significa acordar várias vezes durante a noite para ir ao banheiro. Não é o ideal, mas por enquanto parece fazer parte do processo.
Alguns dias não trazem grandes viradas. Eles trazem clareza e isso vale quase a mesma coisa.
Principais Aprendizados
- A extensão está praticamente alcançada e prova que consistência funciona
- A flexão virou o gargalo e a principal prioridade da recuperação
- A resistência e a sensação de travar ao dobrar irritam, mas também orientam
- Identificar o fator limitante traz clareza e direção para a reabilitação
- Dias focados em mobilidade são produtivos, mesmo sem “marcos” visíveis
- Dormir de lado melhorou a qualidade do sono e impactou a recuperação
- Pequenos ajustes de rotina podem gerar benefícios desproporcionais