Acordei às 6:30. Dia de escritório. Encaixei uma sessão curta de flexão de manhã, com um pouco de trabalho de extensão enquanto assistia ao Australian Open. Aquele mix familiar de motivação e frustração apareceu. Ver tênis ainda dói. Eu queria muito poder bater umas bolas agora.
O escritório significou ficar sentado a maior parte do dia. Sem tempo real para exercícios, só caminhadas curtas e alongamentos no almoço para evitar que a perna travasse. Não é o ideal, mas é a realidade.
Saí do trabalho direto para a academia para encontrar o Cleyber. Primeiro bicicleta, depois agachamentos. Dor, risadas, dúvidas - a combinação de sempre. Durante a sessão, senti uma dor estranha na parte superior esquerda do joelho, mais com cara de tendão do que de articulação. O Cleyber acha que é porque meus músculos ainda estão fracos, forçando os tendões a absorverem mais carga. Faz sentido. Outro lembrete de que a força, com o tempo, vai acalmar muitos desses sinais.
Terminamos com flexão - minha parte menos favorita e mais importante. Dolorido, mas produtivo. A amplitude está melhorando, e eu senti isso imediatamente depois.
Em casa, um pouco de brincadeira com as crianças, depois gelo. Eu já não preciso tanto quanto antes, mas ainda gosto de terminar o dia assim. Um pequeno ritual, um lembrete de o quanto já caminhamos até aqui.
Principais Aprendizados
- Músculos fracos transferem estresse para os tendões
- Dias de escritório exigem janelas intencionais de recuperação
- A flexão segue desconfortável, mas claramente eficaz
- Algumas rotinas ficam por motivos emocionais, não só físicos