Domingo, e mais uma vez eu acordei cedo. Eu realmente não consigo mais “dormir até tarde”. Talvez ainda seja jet lag. Minha esposa dormia profundamente, as crianças estavam fora, e a casa estava silenciosa. Decidi usar bem essa janela e comecei o dia na academia.
Ombros e core. Hoje eu peguei pesado no core. E também não pulei a bike. Outra pequena vitória: consegui a menor altura de banco até agora. A flexão está genuinamente boa - mais suave, mais natural. Só isso já melhora meu humor.
De volta para casa, o ritmo desacelerou completamente. Um domingo preguiçoso do jeito certo, pelo menos no começo. Café da manhã, filmes, perna elevada, gelo. O joelho ficou mais calmo assim, menos reativo, mais cooperativo.
As crianças voltaram por volta das 14:00. Almoçamos do lado de fora, na frente de casa, leve e tranquilo. E foi aí que meu domingo “saudável” terminou em silêncio. O vinho apareceu de novo. Sem drama - só um padrão se repetindo.
Mais tarde, eu fiz um pouco de flexão e ativação. Forcei, mas não demais. O suficiente para sentir que fiz algo produtivo, sem provocar uma reação ruim. Eu tinha planejado uma sessão de piscina com as crianças e, dessa vez, aconteceu. Andar na água, mover o joelho com liberdade, brincar, rir. Fez bem. Leve. Normal.
De volta para casa, um amigo passou. O papo virou mais uma bebida. De novo. A essa altura, está óbvio: eu preciso parar um pouco. Meu corpo fica pesado, lento, carregado.
Amanhã precisa ser um reset. Voltar para rotinas limpas. Voltar a ouvir melhor.
Principais Aprendizados
- Treinos cedo colocam o dia nos trilhos
- Melhora na flexão está virando confiança real
- Piscina é fisioterapia e recuperação emocional ao mesmo tempo
- Descanso com perna elevada e gelo ainda funciona
- Álcool e comida pesada trazem a sensação de “peso” de volta
- A consciência já existe - agora a disciplina precisa acompanhar