O domingo começou com ressaca. Dormi até mais tarde, com as cortinas fechadas, segurando o dia um pouco mais do que o normal. Mesmo com mais horas de sono, dava para sentir que o corpo não estava totalmente recuperado. Energia baixa, sensação geral mais pesada do que deveria.
A manhã seguiu lenta. Café da manhã com minha esposa, um pouco de música, sem pressa, sem pressão. Daqueles momentos em que fazer menos parece ser exatamente o que precisa ser feito.
Mais tarde fomos almoçar na casa dos meus sogros, encontrando as crianças e os sobrinhos. O ambiente estava leve, com tempo na piscina, conversas simples, comida e mais uma cerveja. Parecia que o fim de semana ainda não tinha terminado, apenas desacelerado.
À noite fomos ao teatro assistir stand-up. Uma boa mudança de ritmo, sentado, rindo, desligando a mente. Depois voltamos para casa, jantamos, assistimos um filme, li um pouco e finalizei com gelo e descanso.
O dia em si foi tranquilo, mas deixou uma reflexão.
Essa semana foi puxada.
Comecei a sentir que não fiz fisioterapia suficiente. A rotina se perdeu, substituída por viagem, eventos sociais e muito movimento sem estrutura. A perna está mais rígida, e dá para perceber que faltou consistência.
Essa percepção ficou comigo no final do dia.
Não como frustração, mas como consciência.
Prometi a mim mesmo voltar para a rotina na próxima semana.
Principais Aprendizados
- Sem estrutura, o corpo começa a sentir aos poucos
- Dias de descanso ajudam, mas não substituem consistência
- Perceber que hábitos estão escapando é o primeiro passo para corrigir
- Cansaço e rigidez costumam andar juntos quando a rotina se perde
- Reajustar a rotina também faz parte da recuperação