A segunda-feira começou com um pouco de caos. Depois de uma semana com visitas, primos e muita flexibilidade, as crianças não estavam muito colaborativas. Eu também senti minha paciência mais baixa do que o normal, o que não ajudou. Exigiu esforço, mas no final conseguimos colocar tudo em ordem e sair para a escola.
Café da manhã rápido e direto para o escritório. Entrei no modo trabalho cedo e mantive o foco durante a manhã. Fisicamente, caminhar está fácil, mas aquela sensação conhecida do mês passado voltou. A perna está mais rígida, com um desconforto na parte posterior direita. Não parece algo preocupante, mais um sinal de que precisa de atenção, provavelmente alongamento e consistência.
Mais tarde, em casa, encontrei as crianças depois da escola e depois fui ver o Cleyber. Já fazia algumas semanas desde a última sessão por causa da viagem, então foi bom retomar e ouvir a opinião dele. Ele ficou satisfeito com o progresso, o que me deu tranquilidade. A dor patelar ainda está presente, mas claramente menor, e isso já se reflete nos exercícios. Os agachamentos estão mais fáceis e consigo aumentar carga com mais confiança.
Ele perguntou sobre minha rotina, e não me senti muito bem com a resposta. A última semana foi desorganizada, e eu sei disso. Mesmo assim, falei que vou retomar, e dessa vez com intenção.
Subimos para trabalhar mais a liberação muscular e focar em extensão e flexão. Ambos estavam bons, até melhores do que eu esperava, o que foi uma surpresa positiva. Isso confirmou que, mesmo com alguma inconsistência, a base da evolução continua sólida.
Voltei para casa, jantamos e desacelerei. Hoje não usei gelo, minha bolsa está com meu sogro, que está precisando mais por causa da lombar. De alguma forma, isso pareceu a escolha certa.
Um dia que me lembrou exatamente onde estou. O progresso é real, mas depende do que eu fizer a partir daqui.
Principais Aprendizados
- A falta de rotina aparece rápido na forma de rigidez e desconforto
- O progresso se mantém mesmo com curtos períodos de inconsistência
- Feedback externo ajuda a ajustar a percepção
- A mobilidade continua sendo um ponto forte da recuperação
- Voltar para a estrutura agora é a prioridade