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Semana 22

Dia 152: O Custo de Ficar Parado

"Um dia marcado por preparação e transição. O treino veio cedo e intenso antes da viagem longa para a praia, mas as horas no carro mostraram como ficar muito tempo parado ainda pesa para o corpo. O joelho lidou melhor com a carga na academia do que com a imobilidade depois."

Nível de Dor 2-3/10
Inchaço 2/10
Dia 152 da recuperação do joelho

Acordei de manhã, ajudei a organizar as crianças e levei todos para a escola antes de ir para um treino rápido na academia. O foco foi mais em ombros e core, mas também incluí trabalho de pernas, já que iríamos viajar para a praia e eu sabia que não teria sessão de fisio depois.

O Cleyber tinha sugerido pegar mais leve na sexta, mas ao mesmo tempo disse para aproveitar as máquinas enquanto eu ainda tinha acesso e depois focar mais em recuperação passiva na praia. Fez sentido, então acabei forçando um pouco mais do que o planejado.

Por volta do meio-dia pegamos a estrada. Buscamos as crianças na escola e começamos a viagem. No total, foram cerca de cinco horas dentro do carro.

Essa foi a parte mais difícil do dia.

Quanto mais tempo eu ficava sentado, mais as pernas começavam a reclamar. No final da viagem, o joelho praticamente pedia para se mexer. É curioso como o corpo hoje tolera melhor o exercício controlado do que a falta de movimento. Ficar travado na mesma posição por horas cria um tipo de desconforto completamente diferente.

Quando finalmente chegamos, a sensação de sair do carro e voltar a me mexer trouxe um alívio imediato.

A noite foi simples. Jantar, descanso e tentar deixar o corpo desacelerar depois da viagem.

Um lembrete de que a recuperação não depende só do que fortalece o joelho, mas também do que limita quando o movimento desaparece.

Principais Aprendizados