Acordei às 6h30. Por mais que eu tente dormir até mais tarde nos fins de semana, meu relógio biológico parece já ter tomado sua decisão. Depois que acordo, não consigo mais voltar a dormir.
Fui para a academia enquanto ela ainda estava praticamente vazia. Há algo de muito tranquilo em treinar antes de todo mundo chegar. Hoje foquei na musculação e depois passei vinte minutos no remo. Tenho tentado melhorar meu condicionamento cardiovascular e minha resistência porque, apesar de todos os ganhos de força, essa ainda é a área em que sinto a maior deficiência.
Voltei para casa, tomei um café da manhã rápido e segui para o clube para assistir ao Gabriel jogar a final de futebol.
Infelizmente, foi um dia difícil para o time dele.
Perderam por 6 a 1.
Por mais difícil que tenha sido assistir, esses momentos fazem parte do esporte. Vencer ensina confiança, mas perder ensina resiliência. Sei pela minha própria experiência que, muitas vezes, os maiores aprendizados vêm das derrotas mais duras.
Depois da partida, fiquei no restaurante do clube para assistir à final da Champions League. Sentado ali, cercado de pessoas aproveitando grandes momentos do esporte, percebi o quanto minha vida sempre girou em torno da competição, seja jogando ou simplesmente assistindo.
Mais tarde, voltei para casa e passei o restante do dia relaxando e acompanhando Roland Garros. Dias como este me lembram por que estou me dedicando tanto à minha recuperação.
Não apenas para ter um joelho saudável.
Mas para voltar a viver plenamente o esporte, seja dentro da quadra ou sentado ao lado dos meus filhos, torcendo por eles.
Principais Aprendizados
- A consistência nos treinos continua fortalecendo meu condicionamento geral
- O cardio ainda é uma área importante a ser desenvolvida
- As derrotas fazem parte da formação de qualquer atleta
- Assistir meus filhos competirem está se tornando tão gratificante quanto competir eu mesmo
- A recuperação é, acima de tudo, sobre voltar à vida e às paixões que me definem