O dia começou cedo com um treino de costas e bíceps na academia. Treinar já se tornou um hábito tão consolidado que praticamente não negocio mais comigo mesmo, eu simplesmente vou. É muito bom sentir que essa disciplina voltou.
Depois disso, seguimos para a praia para passar o dia com alguns amigos. Antes de sair, assisti à final do torneio feminino de Roland Garros. Fiquei especialmente feliz em acompanhar a tenista polonesa Maja Chwalińska, que saiu do qualifying e conseguiu chegar até a final. Só isso já foi uma conquista incrível. Infelizmente, ela não conseguiu conquistar o título desta vez, mas alcançar a final vindo do qualifying é algo de que pode se orgulhar.
A viagem até a praia foi surpreendentemente tranquila, levando menos de duas horas. Comparada a muitos dos meus deslocamentos recentes, pareceu fácil e valeu totalmente a pena.
O dia foi exatamente do que eu precisava. Bons amigos, família reunida, longas conversas, comida excelente e aquele clima descontraído que faz o tempo simplesmente desaparecer. Esses momentos recarregam um tipo de energia que nem o sono nem a fisioterapia conseguem oferecer.
Na volta, porém, o dia ainda não tinha acabado. Passamos no aniversário do filho de outro amigo, o que naturalmente significou mais conversas, mais comida e mais vinho.
Quando finalmente chegamos em casa, eu estava completamente exausto.
Mas era o tipo bom de cansaço.
Aquele que vem de passar um dia inteiro com pessoas de quem você gosta, rindo, compartilhando histórias e esquecendo dos horários e das obrigações por algumas horas.
Às vezes, a recuperação não é medida pelo quanto você treinou, mas pelo quanto conseguiu viver plenamente o dia.
Principais Aprendizados
- A consistência nos treinos está se tornando automática
- Apoiar outros atletas traz inspiração que vai além dos objetivos pessoais
- O tempo passado com família e amigos é uma poderosa forma de recuperação
- Exaustão física e renovação mental podem existir ao mesmo tempo
- Algumas viagens valem a pena simplesmente pelas memórias que criam