Acordei me sentindo ok, mas claramente mais cansado do que ontem. Estranho, porque eu não forcei muito nem em trabalho nem em exercícios. Comecei o dia com uma sessão de Game Ready, a última antes de devolver a máquina por causa da viagem.
A manhã foi produtiva apesar da fadiga. Consegui resolver bastante coisa antes de ir para a fisioterapia ao meio-dia, no clube. A sessão foi focada em ativação e mobilidade. A Bruna também montou uma lista curta e objetiva do que eu preciso fazer durante a viagem. Saber que vou ficar quatro semanas fora me deixa um pouco nervoso. Parece muito tempo longe da rotina normal de recuperação.
Depois disso, voltei para casa, trabalhei mais um pouco e garanti mais uma rodada de gelo. Gelo sem Game Ready não é a mesma coisa, mas ainda precisa fazer parte do processo. A tarde teve comida leve e uma conversa difícil com um funcionário, que trouxe um peso mental extra para o dia.
Mais tarde, tive outra sessão de fisioterapia com o Cleyber. Essa foi de liberação muscular e trabalho na piscina. A caminhada ficou visivelmente melhor hoje. Mais fluida, mais controlada. Só isso já levantou meu humor. Finalmente dá para sentir que o esforço está virando algo tangível. A dor no quadríceps ainda está ali, persistente e familiar, mas não apagou o progresso.
Quando cheguei em casa, a exaustão já tinha se instalado de vez. Coloquei as crianças para dormir e pensei em começar a arrumar as coisas da viagem, mas o corpo decidiu por mim. Escolhi dormir. Uma boa noite de descanso antes de viajar vale mais do que forçar produtividade quando eu já estou drenado.
Principais Aprendizados
- A fadiga pode aparecer mesmo em dias fisicamente mais leves
- Mobilidade e ativação continuam sustentando uma caminhada melhor
- Viagem traz incerteza e pede um plano claro de recuperação
- Gelo segue essencial mesmo sem Game Ready
- Caminhada na piscina está ficando mais fluida e dá confiança
- Às vezes, descansar vale mais do que “se preparar”