Acordei me sentindo bem. Daquele tipo de bem que você percebe na hora. O joelho estava melhor hoje. Mais leve. Menos “barulhento”. Me peguei pensando se foi a pausa ou o trabalho de mobilidade de ontem. Talvez os dois. De qualquer forma, eu estava andando com mais facilidade - e só isso já definiu o tom do dia.
Precisei ir ao escritório, então mantive a manhã simples. Uma sessão rápida de flexão. Deslizamentos com a perna na parede e empurrão com cinto. Nada elaborado, só o suficiente para acordar o joelho e lembrá-lo de quem está no comando.
O almoço costuma ser o teste. Ficar sentado deixou a perna um pouco rígida no início, mas dessa vez passou rápido. O joelho acordou de novo. Dirigir ficou mais fácil. Sentar ficou mais fácil. Coisas pequenas, mas que se acumulam rápido quando você começa a percebê-las.
De volta em casa, finalizei o trabalho com a última call, jantei - e sim, vinho de novo. Sem esconder isso. Depois, um descanso mais do que merecido. Eu estava me sentindo tão bem que acrescentei uma sessão antiga de PowerDot, além de mais trabalho de flexão. Talvez eu tenha forçado um pouco a sorte, mas pareceu certo.
Foquei em exercícios isométricos. Trabalho silencioso, mas eficaz. Notei que o atraso na extensão parece melhor. Não perfeito, mas melhor. Isso me deu confiança.
Amanhã encontro o Cleyber de novo. Hora de voltar a forçar mais. Hoje, eu mereci esse direito.
Principais Aprendizados
- Mobilidade e descanso podem mudar rápido a sensação do joelho
- Sessões curtas pela manhã ajudam o dia inteiro a fluir melhor
- Sentir-se bem não significa ser imprudente, mas permite fazer mais