Acordei às 6h. Não consegui dormir mais, então fui direto para a academia.
Ombros e core. Peguei pesado. A energia está claramente mais alta ultimamente. Voltei a tomar creatina há duas semanas e adicionei palatinose nos lanches e shakes da manhã. A diferença é evidente - energia sustentada, mais força no treino, sem queda brusca depois.
Me sinto forte de novo.
Voltei para casa e fui levar meu filho do meio para a aula de skate. Mais um esporte que eu sinto falta. Observá-lo andando me fez pensar: quando tudo estiver “normal” de novo, eu vou estar sem medo?
Estou começando a achar que o verdadeiro desafio pode estar na minha cabeça, não na minha perna.
Músculo se treina. Força volta. Mas e a confiança? O movimento automático? A confiança total na articulação?
Existe uma forma de treinar a mente como treinamos o músculo?
De volta para casa, casa cheia. Corte de cabelo. Segunda dose da vacina da dengue para as crianças. Foram corajosos, precisaram de um pequeno incentivo, mas lidaram bem. Agora todos protegidos. Mais um marco.
À tarde, na casa dos meus sogros: mais uma celebração. Vinho por todos os lados. Carne vermelha em excesso. Mantive a disciplina. Comi leve. Não bebi. Voltei para casa me sentindo orgulhoso, leve, no controle.
Isso fez bem.
Noite de filme com a família, apresentando clássicos. De Volta para o Futuro Parte II. Ver a reação deles foi melhor do que o filme em si.
À noite: trabalho de flexão, alongamento leve, gelo.
Sem carga na perna hoje. Só restauração.
Corpo forte. Mente questionando. Mas, no geral saudável.
Principais Aprendizados
- Energia segue estrutura - suplementação e alimentação fazem diferença.
- Disciplina traz uma sensação melhor do que indulgência no dia seguinte.
- O medo pós-lesão é mental, não muscular.
- Confiança vai exigir exposição gradual e intencional.
- É possível treinar forte e ainda proteger o joelho.
- Rituais em família também são parte da recuperação.