Acordei com 95% de score de sono, provavelmente um recorde. Pelo relógio, a qualidade do sono foi excelente. O estranho é que não senti isso. Ainda estava um pouco irritado, levemente cansado, sem estar totalmente alinhado com o que os dados mostravam.
Tomei um café da manhã rápido assistindo ao Monte Carlo Open. Ver o Medvedev perder de 6-0 6-0 para o Berrettini foi chocante. Lembro da última vez que perdi assim, devia ter uns doze anos. É uma sensação ruim, independente do nível.
Fui para o escritório e, depois de mais um café, finalmente entrei no modo produtivo. O foco que faltou ontem apareceu, e o dia começou a fluir melhor.
Voltei para casa por volta das 17h e fui direto encontrar o Cleyber. Hoje forçamos de novo. Dessa vez incluímos elásticos presos na cintura e trabalhamos movimentos mais específicos de tênis. Esses exercícios estão cada vez mais próximos do esporte real, e dá para sentir isso. Me sinto mais forte, mais estável, mais capaz.
Ainda existe um pouco de dor na patela, mas muito menor do que antes, e já não limita o quanto posso forçar. Isso é uma mudança importante.
Ele ficou satisfeito com minha flexão. Eu ainda sinto que pode melhorar, mas na visão dele já está quase lá. Também medimos a perna. Na região do joelho, a diferença é de cerca de 4,88%, aumentando até 8,5% na coxa. Não é perfeito, mas está dentro de uma faixa trabalhável.
Ver esses números torna tudo mais concreto. O progresso deixa de ser só sensação e passa a ser algo mensurável.
De volta para casa, assisti a um filme e finalizei algumas coisas de trabalho, já que não vou trabalhar amanhã.
Depois, finalmente, dormir.
O corpo está avançando. A mente ainda está tentando acompanhar.
Principais Aprendizados
- O progresso objetivo nem sempre acompanha a sensação subjetiva
- Força e controle estão claramente evoluindo
- A dor está diminuindo sem limitar o desempenho
- Medições trazem clareza e direção
- A consistência está transformando progresso em algo mensurável