Comecei cedo hoje, acordei às 5:00 para fazer uma tomografia do joelho solicitada pelo Dr. Sergio. Não sei exatamente o que ele está buscando, mas fiquei curioso para ver o joelho em 3D. Voltei para casa, tomei café e segui com o dia.
Caminhar está mais fácil agora. Isso é bom, mas também traz risco. Quando a confiança aumenta, eu acelero e paro de pensar na mecânica. É aí que as torções ficam mais prováveis. Preciso conscientemente desacelerar e voltar a pensar em cada movimento.
À tarde, assisti meus filhos jogarem tênis. Sentimentos mistos. Fico feliz em vê-los curtindo o jogo, mas é difícil não poder entrar em quadra com eles. Sinto mais falta de jogar do que eu esperava.
Depois de uma reunião rápida perto de casa, decidi voltar caminhando, cerca de 20 minutos. Caminhadas mais longas já são possíveis, mas ainda me deixam cansado. De lá fui direto para a academia encontrar o Cleyber e iniciar oficialmente a fisio integrada ao treino.
Começamos na bicicleta, banco alto no início, depois baixando a cada dois minutos para forçar a mobilidade de forma gradual. O objetivo era manter alongamento constante, nunca totalmente confortável. Passamos para exercícios com estimulação: agachamentos, panturrilhas, extensões de perna. O agachamento trouxe dor ao redor da patela. Cleyber me tranquilizou dizendo que isso é esperado nesta fase e melhora conforme a força retorna. Seguimos, mas com controle.
A sessão terminou com liberação muscular, mais ativação de quadríceps e a parte que menos gosto: flexão. Dolorido. Muito dolorido. O joelho reagiu com inchaço visível. Gelo e elevação duas vezes antes de dormir.
Principais Aprendizados
- Mais confiança exige mais consciência de movimento, não menos
- Dor patelar no agachamento é esperada nesta fase e depende de força
- Fisio integrada à academia gera estresse produtivo, mas o inchaço é o sinal
- Gelo e elevação seguem essenciais após sessões mais pesadas