A manhã foi um caos. Crianças correndo para a escola, calls uma atrás da outra, zero espaço para pensar. Só mais tarde, quando finalmente tudo ficou quieto, eu percebi o joelho. Rígido. Pesado. Não “bravo” - só claramente cansado. Meu primeiro pensamento foi simples: provavelmente forçamos demais ontem.
O almoço foi fora com um parceiro de negócios, seguido de uma visita à empresa de um amigo. Muito deslocamento. Caminhei bastante. Caminhei demais, pelo jeito. Os músculos da perna falharam uma ou duas vezes, de repente e sem aviso. Aquele momento em que a perna simplesmente diz “não”. Não doeu, mas deu uma insegurança.
Voltei para casa esgotado. Troquei de roupa rápido e fui direto para a academia. Ombro e bike primeiro, só para colocar o corpo em movimento. Aí o Cleyber chegou. O foco mudou na hora para modo proteção: core, estabilidade e isometria para tirar pressão dos tendões e dar chance para a dor acalmar.
Trabalhamos aquele atraso na hora de elevar a perna. Aquele “lag” que me irritava. Está melhorando agora. Quase sumiu. Isso foi bom de sentir.
Depois veio a flexão. Minha parte favorita e a menos favorita ao mesmo tempo. Hoje doeu. Não tem como fugir disso. Mas fomos com cuidado, sem pressa. O número bateu 138 graus. Três graus acima da meta de ontem. Eu aceito essa vitória com gosto.
Em casa, eu estava destruído. O tipo de cansaço bom e o tipo de cansaço preocupante misturados. A flexão claramente está indo na direção certa, mas a dor no joelho continua interrompendo o ritmo. Essa parte pesa. Ela desacelera tudo e mexe com a cabeça.
Ainda assim, eu já conheço esse padrão. Progresso, empurra, puxa de volta, ajusta. Não é uma linha reta. Só é uma linha longa.
Principais Aprendizados
- Forçar um dia costuma aparecer como rigidez no dia seguinte
- Fadiga muscular pode limitar tanto quanto a dor na articulação
- O progresso na flexão é real, mesmo quando o joelho reclama