Acordei cedo para ver o final da final feminina do Australian Open. Casa silenciosa, tela ligada, joelho acordando comigo. Depois disso, fiz um pouco de flexão e contrações. Foi aí que notei algo novo. Quando contraio o quadríceps, quase consigo levantar o calcanhar. Quase. Mas esse “quase” importa. É progresso.
Mais tarde, fui assistir minha filha na primeira aula de tênis de verdade. Ela estava adorável. Cara séria, passinhos curtos, esforço grande. Me fez sorrir e sentir saudade do tênis ao mesmo tempo. A distância entre assistir e jogar ainda parece grande. Ainda tem chão pela frente.
De volta em casa, fui para a academia para uma sessão mais longa. Costas, bíceps e pernas, seguindo os exercícios que o Cleyber me passou. Foi exigente, mas no bom sentido. Terminei cansado, mas satisfeito.
Em casa novamente, o modo família entrou em ação. Minha esposa deixou o mais velho em uma festa de aniversário, e eu levei os outros dois para a piscina. Aproveitei para tentar uma sauna rápida. Não estava muito quente, mas talvez isso seja melhor por agora. Fazia tempo. Foi relaxante. Depois disso, mais trabalho de flexão.
Mudei a forma de fazer. Continuam os deslizamentos na parede, mas em vez de puxar com uma corda, estou tentando sentar sobre os calcanhares. Tentando é a palavra-chave. O joelho ainda não chegou lá, mas a direção parece certa.
À noite, deixei o do meio na casa de um amigo e depois fui ao parque com a menor. Ela de bike, eu caminhando. Bastante. Depois disso, busquei o mais velho na festa e fomos todos para casa.
Ainda deu tempo de encaixar Avatar no cinema. Três horas e vinte minutos. Quase a duração de uma partida do Australian Open. Quando voltamos, eu estava acabado. Muito sono. Dia longo, dia cheio - mas um bom dia.
Principais Aprendizados
- A ativação inicial do quadríceps está aparecendo em sinais pequenos, mas significativos
- Dias com mais atividade são possíveis quando a carga é mantida sob controle
- A flexão continua evoluindo, mesmo quando exige mudar a estratégia