Acordei me sentindo bem melhor. O joelho estava mais leve, mas a flexão estava um pouco pior do que antes. Isso me chamou atenção. Eu comecei a dar uma leve surtada, com a sensação de que eu talvez tenha dado um passo para trás depois de não focar de verdade nos últimos dois ou três dias.
O café da manhã não foi o mais saudável, mas foi gostoso - família por perto, clima leve. Deixei o meu do meio no skate park e fui para a academia. Sessão longa: uma hora e meia. Braços, pernas e core. Treinei pernas usando o PowerDot. Um pouco de dor na patela, mas controlável.
Almoço com a família de novo. Eu planejei uma sessão de piscina mais tarde, mas não rolou.
Pelo menos hoje eu não bebi, mas apareceu outra fraqueza - doce. Aquela vontade estranha de comer tudo o que vejo pela frente. Em casa, mais doces.
Na TV, estavam falando da Lindsey Vonn. Ela rompeu ligamentos do joelho e tentou competir numa prova de downhill só oito dias depois. Não terminou bem. Ela caiu segundos após largar e quebrou a perna, gerando ainda mais dano. Triste - mas um lembrete forte: curar vem antes de acelerar.
Jantar, crianças e minha esposa dormindo, e mais uma vez eu quebrei a noite assistindo ao Super Bowl. Amanhã eu preciso ser mais rígido com rotina de sono e alimentação.
Principais Aprendizados
- Sentir-se melhor fisicamente nem sempre bate com métricas objetivas como a flexão
- Alguns dias sem foco já disparam o medo de regressão
- É possível treinar com volume alto, mas os hábitos de recuperação precisam acompanhar
- Cortar álcool ajuda, mas açúcar pode facilmente virar o “substituto” como válvula de escape
- Apressar a recuperação tem consequências reais, paciência não é opcional
- O sono continua sendo a maior alavanca que ainda não está sob controle