Comecei o dia cedo na academia. Ombro e bíceps, depois trinta minutos de natação e alguns exercícios na piscina. Um começo forte. O joelho estava bem.
Voltei para casa, arrumei as coisas e teve um momento especial na TV. Ver o Lucas ganhar ouro pelo Brasil, a primeira medalha da América Latina nas Olimpíadas de Inverno. Que conquista absurda. Orgulho puro. Mais do que merecido.
Depois, estrada. Duas horas de carro. Dirigir está fácil agora. Ao sair do carro, o joelho ficou um pouco rígido, mas foi algo bem passageiro. Nada preocupante.
Chegamos na casa de um amigo. Piscina, jardim, clima calmo e uma energia muito boa. Era exatamente o que a gente precisava, eu e meu joelho incluídos. Sem multidão, sem caminhada longa. Só descanso, amizade e um pouco de celebração da vida.
Achei uns tatames de criança e fiz alguns exercícios rápidos e alongamentos. Nada forçado. Sem pressão. O joelho também precisa de dias mais leves.
Mais tarde, fiz gelo depois de perceber que o calor aumentou um pouco a sensação de inchaço. Um bom lembrete para seguir atento aos detalhes.
Dormi cedo com as crianças. Cama nova, noite não tão boa, acordei algumas vezes. Mesmo assim, ir para a cama cedo ajudou a equilibrar.
Dia noventa parece um checkpoint. Não é linha de chegada, mas é um lugar mais calmo na estrada.
Principais Aprendizados
- Começar o dia em movimento muda o tom do resto
- Dirigir e as atividades do dia a dia estão ficando mais fáceis
- A recuperação ganha muito com ambientes calmos e dias de baixa carga
- Calor pode aumentar o inchaço e precisa ser gerenciado
- Progresso também é saber quando não forçar